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Nutrição em Foco Perder Peso Remédios para Emagrecer. Quando Usar?

Remédios para Emagrecer. Quando Usar?

Muitas pessoas que estão acima do peso corporal recorrem aos remédios para emagrecer na esperança de conseguir um corpo magro mais rapidamente, esquecendo às vezes que um emagrecimento saudável é realizado com uma reeducação alimentar  e a prática regular de exercícios físicos.

No entanto existem indivíduos com problema de obesidade que mesmo  após tentarem fazer uma dieta para emagrecer e atividades físicas não conseguiram perder peso. De acordo com especialistas para esses casos  é necessário o uso de medicamentos para emagrecer  sob constante monitoramento médico.

Remédios para Emagrecer. Quando Usar?

Os especialistas na área informam que há um hormônio chamado noradrenalina que atua na área do cérebro conhecida como centro da fome controlando o apetite. Existe uma substância denominada anfetamina que tem a capacidade de  aumentar a quantidade da noradrenalina no corpo dos indivíduos, sendo utilizada desse modo para controlar a compulsão por comida que leva a obesidade.

Alguns medicamentos comercializados com o princípio ativo dessa substância são o fenproporex, manzidol e anfepramona. Porém os especialistas ressaltam que esses medicamentos podem provocar alguns efeitos colaterais como por exemplo, aumento da pressão arterial, sensação de boca seca, insônia, causa dependência, constipação intestinal, depressão, pânico e ansiedade, euforia , irritação e falta de ar em alguns casos.

Os profissionais recomendam a utilização de anfetaminas em casos onde o índice de massa corporal (IMC) da pessoa seja maior que 30, ou IMC a partir de vinte seis quando as pessoas tiverem um histórico familiar de diabetes, hipertensão ou nível de colesterol alto no organismo. Ou seja, os remédios emagrecedores devem ser prescritos somente em situações em que  o excesso de peso corporal possa vir a comprometer a saúde dos indivíduos.

Considerações Sobre os Remédios Emagrecedores

Segundo os especialistas em endocrinologia é importante antes de tomar os remédios para emagrecer, as pessoas pensarem se realmente vale a pena ingerir esse tipo de medicação para conseguir um corpo mais esbelto. Segundo esses médicos os efeitos colaterais que são muitos, devem ser entendidos por quem deseja fazer uso desses fármacos para que eles possam avaliar se passar por tantos incômodos compensa a perda de alguns quilos.

E ainda há um outro problema: Quando as pessoas por alguma razão decidem parar com as medicações, se elas não fizeram uma reeducação alimentar nem praticaram exercícios físicos com regularidade, podem engordar todos os quilos que perderam durante a ingestão do remédio e até ganhar mais alguns quilos.

Por isso a medicação sem uma dieta adequada e a prática de atividades físicas, quando o indivíduo interrompe o tratamento medicamentoso, o apetite aumenta e os quilos também. É importante ressaltar que as grandes mudanças de peso, pode resultar em complicações cardíacas e também problemas estéticos como o aparecimento de estrias por exemplo, resultante do processo de engordar e emagrecer.

Além de tudo isso há a questão emocional quando  a pessoa para de tomar os remédios e engorda novamente pode ficar frustrada, insatisfeita consigo mesma e em casos mais graves pode até sofrer de uma  depressão.

Principais Remédios Emagrecedores e Atuação no Organismo

De acordo com os especialistas os fármacos para emagrecer  mais comercializados são as Anfetaminas, a Sibutramina e Orlistat.

As anfetaminas controlam o apetite atuando na área do cérebro conhecida como  centro da fome e devem ser prescritas  em caso de obesidade, onde as pessoas não tiveram sucesso nem com dietas e nem com exercícios. Devem ser utilizadas sempre com acompanhamento médico.

Já a sibutramina que é um medicamento mais moderno atua no cérebro reduzindo a compulsão alimentar, aumentando a sensação  de saciedade. Alguns efeitos colaterais como insônia, agitação, dor de cabeça, sensação de boca seca, entre outros foram descritos por seus usuários.

Diferente dos dois anteriores o Orlistat não atua no cérebro do indivíduo e sim em  seu intestino, fazendo com que seu corpo absorva cerca de trinta por cento do total de todas as gorduras ingeridas pelos indivíduos.

Alguns efeitos colaterais como fortes diarréias se a pessoa comer alimentos muito gordurosos foram relatados, no entanto segundo especialistas esse fármaco não provoca dependência como  os outros sendo mais aconselhável para pessoas que não querem ou não podem utilizar inibidores de apetite em virtude de algum problema de saúde físico ou mesmo mental.

Vale ressaltar que toda prescrição medicamentosa deve  ser realizada única e exclusivamente por um profissional da área médica.

Por Salete Dias

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