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Banir a expressão obesidade infantil não resolve o problema!

Ontem, saiu uma notícia no Daily Mail de que o Conselho da cidade de Liverpool (Inglaterra) está considerando a possibilidade de banir a expressão obesidade infantil, isto é, de proibir o emprego da expressão obesidade quando se tratando de crianças como uma forma de fazer com que não se sintam ofendidas.

Apesar do tom negativo que a expressão possui, principalmente por muitas pessoas usá-la em um sentido pejorativo, não mais dizer que uma pessoa está obesa (independente de ser criança ou não), não ajudará a resolver o seu real problema – a falta de controle sobre o seu peso.

Sim, simplesmente não dizer que alguém está obeso não significa que o mesmo conseguiu perder peso. O problema real ainda persiste e, se não for acompanhado por um nutricionista e tratado, poderá levar a sérias complicações, como o desenvolvimento de outras doenças crônicas não transmissíveis, como a hipertensão arterial e o diabetes, ou até mesmo à morte!

Apesar de haver um grande número de fontes de informação a respeito desse problema de saúde, a falta de um controle maior por parte da família, governo e escolas quanto ao que a criança come em casa e nas escolas dificulta a resolução desse tipo de problema.

Aqui mesmo, em nosso blog, nós já falamos diversas vezes sobre obesidade e como combatê-la, como:

Entretanto há uma grande diferença entre falar e agir, algo que somente a pessoa e a sua família podem fazer.

Sendo assim, apesar de parecer moralmente bonito não mais dizer que uma criança se encontra obesa pela reputação negativa que a expressão recebe (que nada mais é do que uma doença crônica não transmissível), isso não ajuda a solucionar o problema de saúde em si.

E você, amigo(a) leitor(a), o que acha da ideia de banir a expressão obesidade infantil?