Encontre o que deseja mais rapidamente!
Digite o nutriente, alimento, doença ou assunto que deseja saber:

Você confere os rótulos dos alimentos?

Não?

Pois deveria!

É nos rótulos dos alimentos onde deve começar a sua preocupação e reflexão para saber se está levando para casaum produto realmente saudável ou mais problemas para os seus filhos.

Segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), rótulo é “toda inscrição, legenda e imagem ou toda matéria descritiva ou gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada ou colada sobre a embalagem do alimento”.

Além disso, segundo a atual legislação, a partir de 18 de setembro de 2001 tornou-se obrigatória a padronização dos rótulos dos alimentos.

A embalagem deve conter essencialmente:

  • Rotulagem geral: parte do rótulo contendo informações gerais sobre o produto, tais como os benefícios por meio de seu consumo, modo de preparo, etc.
  • Rotulagem nutricional: aqui vão as informações sobre a composição do alimento segundo os nutrientes para uma dada porção do mesmo. Geralmente trata-se de uma tabela indicando a quantidade de cada nutriente;
  • Informações nutricionais complementares: tratam-se de informações sobre as qualidades deste alimento, geralmente buscando destacá-lo dos demais. Alguns exemplos de informações complementares podem ser:
    • Definição do alimento. “Diet” ou “light”, por exemplo;
    • Alegação de propriedade funcional;
    • Alegação de propriedade de saúde, isto é, quais substâncias e quais os benefícios causados por ela. Um exemplo seria uma caixa de aveia onde se vê escrito “Fibras: regulam o seu intestino”, por exemplo.

Perceba que a informação nutricional complementar é mais um instrumento do fabricante para chamar-lhe a atenção, dizer-lhe em que o seu alimento é bom de forma rápida e simples. A rotulagem geral é responsável por nos dizer como devemos preparar ou guardar alimentos, por exemplo.

Mas é na rotulagem nutricional que o consumidor consciente (e atento para seu estado nutricional) deve prestar a máxima atenção, pois é lá que você deverá ficar sabendo quais os nutrientes e substâncias que há nele, assim poderá compreender se esse alimento é realmente bom para a sua saúde ou não!

Um exemplo é uma barra de chocolate diet, por exemplo, pode levar o consumidor a pensar que irá emagrecer, quando na verdade, apesar da redução de algum nutriente (no caso, de açúcar), a quantidade de calorias é a mesma! Se você der uma boa olhada na tabela de nutrientes e calorias (e comparar com a de outros alimentos, o que pode ser facilmente feito em um supermercado, já que há uma infinidades deles lá 🙂 ) poderá perceber isso e evitar problemas que o engano causaria.

É importante perceber que TODAS as informações contidas nos rótulos devem ser VERDADEIRAS e COMPLETAS, por exemplo, se houver alguma informação nutricional complementar dizendo que um alimento ajuda no combate do colesterol, o mesmo deve indicar qual o nutriente responsável por tal benefício, bem como o mesmo deverá estar incluso na tabela nutricional que indica qual a quantidade de cada nutriente e esta quantidade deve ser condizente com a quantidade existente no alimento.

Caso as informações sejam incompletas ou inverídicas, a fabricante do produto poderá ser obrigada a atualizar o rótulo dos produtos, ou mesmo responder a processo, segundo as informações que foram omitidas ou alteradas!

Bem, se você não conferia os rótulos dos alimentos, agora tem um bom motivo para fazê-lo, não? 😉